O governo estuda retirar do INSS a função de intermediar descontos associativos e empréstimos consignados, após denúncias de fraudes bilionárias envolvendo aposentados.
A avaliação é de que esse papel expõe a autarquia a riscos desnecessários e compromete sua imagem, ao assumir responsabilidades que pertencem a relações privadas.
O novo presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, destacou que todas as parcerias suspeitas foram suspensas, e o ressarcimento aos prejudicados será garantido, com os detalhes sendo definidos após apuração completa.
O governo ainda avalia se manterá algum tipo de tutela, mas com critérios mais rígidos, ou se encerrará de vez esse tipo de intermediação.
Autor
REDAÇÃO ANEPS