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Segundo a FEBRABAN e ABBC, Autorregulação do Crédito Consignado ficará mais rígida para os correspondentes

16 de Dezembro de 2020

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) vão endurecer a avaliação dos correspondentes bancários, na Autorregulação do Crédito Consignado, que está em vigor desde 2 de janeiro. É importante lembrar que as decisões que constam na autorregulação foram discutidas sem a participação da Aneps, entidade que representa os correspondentes no País.
 
Pelas regras atuais, para cada correspondente é calculado um índice baseado no número de reclamações e a quantidade de clientes ativos na carteira. Quando o indicador fica acima de 0,08 o correspondente está sujeito a punições. No entanto, em 2021, o limite passará a ser 0,06.
 
Para se ter uma ideia, foram aplicadas 182 medidas administrativas contra 103 correspondentes. No ano que vem, o número deve crescer 30%, de acordo com a Febraban. Quando o índice fica acima da média, a primeira ação é a advertência. Em caso de reincidência, há suspensão da atividade por 5 dias. Se continuar operando de forma irregular, o correspondente pode ser proibido permanentemente de oferecer crédito consignado.  Só neste ano, a Febraban interrompeu cinco correspondentes que atuavam com essa modalidade de empréstimo.
 
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